Mas afinal, quem são os góticos?







Conseguimos achar um gótico nas ruas seguindo o esteriótipo, mas é válido lembrar que isso não significa nada, pois ser um gótico de verdade está na mente dele e não em sua forma de vestir. As roupas nem sempre indicam um verdadeiro gótico, pois existem muitos poser* que se intitulam da cultura apenas pelo que vestem, muitas vezes influenciados por filmes, novelas, livros e RPGs. Procure em um gótico, algum sinal de escuridão, melancolia e sofrimento em sua alma, esse realmente é um.
Os góticos têm uma tendência de humor perverso, negro e muitas vezes, sarcástico, sendo que, dificilmente se entenderão com alguma outra sub-cultura, ou mesmo com a sociedade em geral. Ser gótico é, como viver em uma tribo, um grupo de pessoas com interesses e gostos iguais. Os góticos tentam sempre a manter fora de seu grupo os posers, e demais que se intitulam pertencer ao grupo sem ter a verdadeira alma gótica. Para quem realmente pertence, conviver com eles é muito bom, pois, é um lugar cheio de paciência e entusiasmo para agüentar as pessoas que tentam descobrir o que os góticos querem.
Ao contrário das diversas tribos que existem nos grandes centros urbanos, como os punks, os rappers, os skinheads, os hippies, os góticos se diferenciam em diversos aspectos, mas há um que devemos dar toda a importância: um gótico não se torna gótico apenas por querer, ele já nasce com sua alma atormentada e se descobre gótico com o tempo, descobrindo a arte, a música, a literatura e a história, e se sentindo bem com ela. As tribos restantes não, essas bastam seguir algum de seus princípios e se comportar como eles que você já faz parte.
Em suma, ser gótico é abolir todos os preconceitos dessa sociedade que intitula moderna como racismo e opção sexual, ter uma alma extremamente sensível e melancólica, tendo tendência depressiva, buscar na morte uma salvação para esse mundo decadente e sem solução, ser pessimista, adorar a arte gótica, entre elas, a literatura, a música, as pinturas, as esculturas, etc e viver de luto a essa sociedade caótica, através de suas vestes pretas.

*poser ¿ pessoas modistas que se vestem de uma maneira diferente a fim de chamar a atenção dos outros ou pretendem ser algo que ela não são.



MITOS SOBRE OS GÓTICOS:

Os góticos são diferentes do restante da sociedade e
não há quem discorde disso. O mundo está acostumado a
condenar quem não é de acordo as regras e tradições
impostas, fato lamentável. Conseqüentemente, uma série
de suposições foi feita e se criaram vários
estereótipos.

Desmistificando... Os góticos:
- Não são satânicos
- Não são perigosos ou violentos
- Não são obcecados por assassinar
- Nem todos são drogados
- Só uma minoria é gay 

(e mesmo se forem a escolha e de cada um)
- Não são suicidas
- Não são sadomasoquistas
- Nem todos se vestem de preto
- Nem todos usam maquiagem
- Nem todos usam tatuagens ou piercings
- Nem todos escutam somente música obscura
- Não formam uma sub-cultura baseada na música (apesar
de que isso é parte indispensável na vida de qualquer
gótico)
- Trabalham, pagam impostos, não são vadios, têm
carros e casas, e são tão produtivos como a maioria da
população.
- A maioria tem tendência artística, porém, nem todos
são músicos compondo música obscura, pintores
pretensiosos, e escritores malucos. Alguns fazem essas
coisas, mas geralmente escrevem novelas, ensaios
humorísticos, cozinham, exculpem, fotografam, dançam,
fazem jogos, enfim, envolvem-se em outras atividades
artísticas.

E um outro ponto fundamental é que a pessoa não se
transforma em gótico, e sim, ela nasce com essa alma
obscura, e se encontra ao longo do tempo de sua vida,
identificando-se com as músicas, imagens, lugares, e
pessoas.







EVANESCENCE - The Open Door (2006)




Tai o novo do Evanescence, banda que muitos odeiam, muitos amam... Há varios gostos, então para quem curte a banda ai estar!

Evanescence - The Open Door
Track List:

01.: Sweet Sacrifice
02.: Call Me When You're Sober
03.: Weight Of The World
04.: Lithium
05.: Cloud Nine
06.: Snow White Queen
07.: Lacrymosa (song samples from Mozart's Requiem)
08.: Like You
09.: Lose Control
10.: The Only One
11.: Your Star
12.: All That I'm Living For
13.: Good Enough

Download.: Download
Download álbum completo Ziddu.: Download
Download álbum completo Rapidshare.: Download
Download álbum completo Easy-Share.: Download

Extended Info
Site Oficial: http://www.evanescence.com
Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=600634
Formação: 1994
Origem: Estados Unidos
Estilo: Alternative Gothic Rock/New Metal/ que mais?
Discografia
2000 - Origin
2003 - Fallen
2004 - Anywhere But Home (live album)
2004 - Anywhere But Home (DVD)
2006 - The Open Door

DISCOGRAFIAS: Epica


Ai estar a Discografia completa de Epica, para os seu seguidores um presentinho...


EPICA

2002 - Sahara Dust - Cry For The Moon (Single)
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2003 - The Phantom Agony
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2003 - The Phantom Agony (Single)
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2004 - Feint (Single)
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2004 - Cry For The Moon (Single)
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2004 - We Will Take You With Us
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2004 - Live At Lowlands (Bootleg)
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2005 - Consign To Oblivion
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2005 - Solitary Ground (Single)
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2005 - The Score - An Epic Journey
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2005 - Quietus (Silent Reverie) (Single)
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2006 - The Road To Paradiso
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2007 - The Divine Conspiracy
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A ARTE GÓTICA


O termo gótico foi criado pelos renascentistas para denominarem um tipo de arquitetura compreendida por eles como bárbara, uma vez que destronou a arte clássica. Acabou sendo aplicado também para a escultura, pintura e ornamentação do período em que as obras arquitetônicas foram construídas, apesar de ser considerada, por alguns críticos, como uma denominação não precisa. Entretanto, o termo, hoje em dia, já perdeu o sentido depreciativo que os renascentistas quiseram imprimir-lhe. O gótico refere-se a um determinado período que se inicia com um estilo arquitetônico revolucionário, o qual durou do Século XII ao XIV na maioria da Europa. Em alguns lugares, continuou persistindo até o Século XVI e, isoladamente, continuou-se a praticar a arte até o Século XVIII. Tendo aparecido na França, na região de Ile de France, onde se encontra Paris, o estilo gótico desenvolve-se dos séculos XII ao XVI. Ao lado do bizantino e do românico, o gótico é assim a última grande arte cristã da Idade Média.













A arquitetura gótica liberou as paredes das catedrais da função de sustentação que desempenhavam na arquitetura românica. Isso possibilitou o uso de vitrais, sob constantes mutações luminosas e coloridas, conforme a direção dos raios solares.

Além das catedrais, a partir do século XIII, esse estilo foi também aplicado em monumentos civis, residências senhoriais, palácios e castelos. As grandes salas dos palácios e castelos recebiam, porém, ao lado dos tapetes, decorações murais.



















Além das catedrais, a partir do século XIII, esse estilo foi também aplicado em monumentos civis, residências senhoriais, palácios e castelos. As grandes salas dos palácios e castelos recebiam, porém, ao lado dos tapetes, decorações murais.

Muitas desapareceram por obra do tempo ou em conseqüências de reformas e ampliações.

Na última fase da pintura gótica, nos anos de 1400 a 1500 aparecem os pintores chamados pré-renascentistas, porque anunciadores da Renascença. Distinguem-se por progressiva libertação do convencionalismo bizantino e da minúcia oriunda das miniaturas. Os italianos Giotto (1266 - 1336) e Masaccio (1401 -1428) antecipam essa libertação.







A pintura gótica alcançou admirável expressão nas miniaturas ou iluminárias, isto é, na decoração e ilustração dos livros medievais, feitos com pergaminho em lugar de papel e inteiramente escritos e ilustrados a mão.

No românico, constituíra-se numa arte exclusivamente religiosa, praticada pelos monges nos conventos. Mas, desde o século XII deixava a miniatura de ser exclusividade de artistas religiosos. Surgem, cada vez mais numerosos, os iluministas ou miniaturistas leigos. Organizam-se em atelieres coletivos, reúnem-se em corporações profissionais e dividem-se em especializações - os peritos nos ornamentos marginais, nas letras iniciais ou nas cenas de figuras e paisagens. Em Paris, um dos ativos centros da miniatura, havia uma rua ocupada por atelieres, individuais ou coletivos, alguns pertencentes a mulheres, que se distinguiram também nessa arte delicada e feminina.

A pintura gótica, sobretudo entre os artistas nórdicos, principalmente alemães e flamengos, sofre de modo notável essa influência do detalhe, menos sensível entre os italianos, que se revelam mais sintéticos nas suas decorações murais, mais simples nas formas e cores.




A pintura gótica, sobretudo entre os artistas nórdicos, principalmente alemães e flamengos, sofre de modo notável essa influência do detalhe, menos sensível entre os italianos, que se revelam mais sintéticos nas suas decorações murais, mais simples nas formas e cores.

Os pintores do período gótico são chamados primitivos. Antecedem e anunciam os pré-renascentistas do século XV. Os primitivos italianos dividem-se em duas escolas características - a de Florença e a de Siena.

A florentina, representada por Giotto, é a mais realista e de inspiração popular. Recebe influências dos mosaicos bizantinos, visíveis na monumentalidade da composição e simplicidade do desenho e das cores.







A simbologia da arte do período gótico é riquíssima em elementos que atestam a fé dos homens de então.

Além de se tornar visível na escultura, essa simbologia aparece também nos vitrais coloridos, nas pinturas e nas ilustrações de manuscritos.

E é exatamente entre as ilustrações de manuscritos, na maioria das vezes relacionados a temas bíblicos, que encontramos o melhor da pintura gótica.

Esses ornamentos costumam ser extremamente coloridos, brilhantes e cheios de símbolos.




Os vitrais multicoloridos também são bastante representativos da arte gótica, principalmente se levada em conta a extrema importância da luz nas igrejas.

A luz, ao entrar pelas janelas, assume as cores dos vitrais e cintila, contribuindo para a atmosfera espiritual desses lugares. São dois, na realidade, os elementos fundamentais da arquitetura gótica: a abóbada de cruzaria e o arco agudo. A eles vamos referir-nos a seguir.






O traçado de janelas e rosetões é também muito característico do estilo. Nos séculos XII e XIII é freqüente a divisão da janela mediante dois arcos agudos e rosetão em cima, susceptível cada um destes arcos de ter análoga divisão. Os grandes rosetões de traçado radial também se organizam de modo semelhante: arcos agudos dispostos radialmente e rosetão entre eles. No século XIV complicam-se os traçados e vemos surgir triângulos curvilíneos, figuras geométricas, rosetões tangentes e maior número de arcos, o que faz com que se percam a simplicidade e clareza dos traços da etapa anterior. Por último, no século XV os traços adquirem perfis flamejantes, isto é, com proliferação de molduras de formas sinuosas, em composições eminentemente decorativas por si mesmas - não já como suporte de vitral onde o motivo da curva e a contracurva é o seu elemento mais distintivo. É muito típica a chamada "bolha", em que o pequeno rosetão que se situa entre os arcos se prolonga como se surgisse entre eles, e no interior dispõe-se uma moldura sinuosa.




Basicamente, a abóbada de cruzaria é formada por dois arcos que se cruzam no espaço e sobre os quais se apóia a plementaría ou casco da abóbada. Com este sistema, os empuxos do peso da abóbada concentram-se nos ângulos - isto é, nos arranques dos referidos arcos e nos pilares que os sustentam - , pelo que a parede deixa de desempenhar uma função de sustentação da abóbada, de forma que é possível aligeirá-lo, abrir grandes vãos nele e inclusive suprimi-lo. Em contrapartida, tornam-se precisos poderosos contrafortes que absorvam os empuxos a que estão submetidos aqueles pilares e que se exercem obliquamente, tendendo a deslocá-los para fora. tendência para aumentar a decoração e para procurar efeitos de maior riqueza, com o aparecimento das abóbadas de terceletes, a proliferação de molduras verticais e a fragmentação do espaço nos janelões, onde os traços apresentam os típicos triângulos curvilíneos ao mesmo tempo em que se observa um maior afilamento dos arcos.













A geometria das catedrais

Notadamente a Matemática, manifestada pela simetria e pela geometria, é um elemento básico no estilo arquitetônico gótico.
Alguns exemplos podem ilustrar isso melhor:



























No traçado das catedrais os arquitetos mostram os seus profundos conhecimentos matemáticos. Em linhas gerais correspondem a dois tipos. O primeiro deles baseia-se no triângulo (ad trianguium): destaca-se a nave central e a combinação de triângulos determina tanto a planta como o alçado. O segundo, ou ad quadratum, baseia-se na combinação de quadrados, que podem ter pentágonos ou hexágonos inscritos, tendendo à igualdade de altura das naves.
O traçado geométrico para a elaboração dos desenhos os vitrais demonstram a precisão dos cálculos geométricos.





Alfabeto gótico


Alfabeto gótico é o alfabeto manuscrito que surgiu na Idade Média a partir do alfabeto grego. É portanto uma adaptação deste último.
O termo gótico vem do latim medieval gotticu e é um adjetivo que designa o que é proveniente, relativo, criado ou usado pelos godos, assim denominado o povo da respectiva tribo germânica.
Este alfabeto foi criado no final do século IV por Ulfila, bispo dos godos instalados no curso do Danúbio. Cada letra do alfabeto possui um valor numérico. Para sobressair os sons que o grego não possuía, Ulfila recorreu aos signos rúnicos para atingir tal objetivo.
O alfabeto gótico é dividido em dois grupos para as letras minúsculas.
a, c, e, i, m, n, o, r, u, v, w, x, t , l, f e p.
b, d, g, h, k, q, s, y e z.
Nos tempos duros de guerra, Hitler impôs o uso obrigatório do alfabeto gótico na Alemanha, mas foi exatamente essa obrigatoriedade e sua consequente conotação política que fizeram com que se abandonasse o seu uso tão logo acabasse a guerra. O alfabeto gótico teve existência efêmera e hoje existe como simples curiosidade.
FONTE:

 
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